“Sob o mesmo Céu”: Cameron Crowe e a maldição da marmota

Aloha2

Depois de conseguir o grande feito de lançar dois estouros de bilheteria seguidos (“Jerry Maguire” e “Quase Famosos”), sendo que com o segundo ainda foi laureado com o Oscar de melhor roteiro original, Cameron Crowe parece mesmo que resolveu deixar sua mente criativa no automático e não consegue mais sair do lugar.

Como um grande fã dos seus primeiros trabalhos, juro que já perdi um tempo tentando entender o que aconteceu para os seus neurônios começaram a ratear. Mas, com o andar da carruagem, só me resta a crer que seu eterno ar jovial rock and roll de outrora sucumbiu a terrível maldição a qual muitos diretores fingem incredulamente admitir sua existência: mais do mesmo.

Nesse novo pacote chamado “Sob o mesmo Céu”, um célebre empreiteiro militar ( Bradley Cooper) volta ao lugar onde teve os maiores triunfos de sua carreira, o Havaí, mas acaba se reencontrado com uma antiga paixão (Rachel McAdams), ao mesmo tempo que é designado para uma última missão que irá mudar sua vida. Emocionante, não? Não. Brega. Cafona.

Em primeiro lugar, astros consagrados não conseguem disfarçar um roteiro ruim. Em segundo, locações paradisíacas muito menos. Então, porque insistir na mesma base de história, filme após filme, cada vez mais capenga, achando que o público sofre de algum tipo de lapso de memória? “Abre os olhos”, Crowe!

Marque um cafezinho com Robert Mckee. Na verdade, dois. Quer dizer, três. Volte pro cambio manual e não se esqueça de Rod. Não eu, o Tidwell. E lembre-se: Quan!

Assista o trailer:

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